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Celina Rita Carretoni Pazin

Realizada pessoalmente e profissionalmente, Celina se orgulha de poder descortinar o mundo a seus clientes e promover as belezas de Deus

por Vinicius Bracht

A história da empresária Celina Rita Carretoni Pazin é um exemplo de que quando existe fé, os passos possuem um plano divino. Consolidada no ramo de turismo, Celina construiu sua história recheada de perseverança, dedicação e amor ao próximo. Ela nasceu em Campo Grande, no ano de 1949, bem quando a cidade vivia uma época de sonhos e romantismo, e as lembranças desde tempo ainda palpitam em sua memória.

Celina era daquelas crianças que subiam nos pés de manga e convivia harmoniosamente com a vizinhança fraternal. Os pais, sempre foram muito rígidos com os estudos dos filhos, e por esse motivo, Celina sempre foi uma aluna que tirava boas notas e tinha um excelente desempenho escolar. Aos 20 anos, depois de concluir os estudos, Celina conheceu o grande amor de sua vida – Ruy Sérgio Pazin – e após três meses depois de se conhecerem, o matrimonio chegou.

Celina sempre foi uma boa mãe, se dedicando com afinco à criação dos filhos. E mesmo nessa fase, não deixou os estudos de lado. Celina buscava cursar jornalismo, porém naquela época, Campo Grande não tinha nenhuma faculdade do referido curso. Então, ela passou no vestibular em uma universidade em Marília/SP, e toda semana ia de ônibus para estudar. Como a graduação era flexível, Celina conciliou os estudos ao primeiro trabalho: colunista social do Jornal da Manhã, e pouco tempo depois, começou a trabalhar no órgão oficial do turismo no estado, MS-TUR.

Embora, Jornalismo e Turismo eram dois temas que conversavam entre si, o turismo foi ficando cada mais vez forte na vida de Celina, e ao mesmo tempo em que escrevia para a coluna do Jornal da Manhã, ela continuava trabalhando na MS-TUR. Por conta do trabalho no órgão oficial de Turismo, acabou se aproximando de muitos jornalistas de fora, especializados em turismo. Mais uma vez, o dinamismo de Celina ressoou positivamente, e ela foi convidada a escrever para jornais de Brasília, Bahia, Espírito Santo e São Paulo, sobre o potencial turístico do Estado, em especial sobre o Pantanal e Bonito.

Celina já tinha um nome forte e bem relacionando, se tornando referência no turismo sul-mato-grossense. Muitas portas nesse período foram se abrindo, mas uma em especial, selou o destino da empresária com a CVC. Agora como Presidente da ABRAJET-MS, Celina organizou o encontro nacional de jornalistas e escritores em Campo Grande. Aproveitando a vinda de ilustres nomes, Celina os levou a Bonito.

Na oportunidade, um dos nomes presentes era de Paulo Gaudenzi – Presidente do Órgão Oficial de Turismo da Bahia – e que assim como todos, se encantou por Bonito. Como Celina atuou por anos em atividades turísticas, o encantamento completo por esse ramo, se consolidou.

A CVC e a SOLETUR, eram as operadoras que se destacavam no cenário nacional, e embora a SOLETUR estivesse àquela altura mais solidificada no mercado, o coração e a intuição de Celina escolheram a CVC. E foi em um congresso da ABAV, em Recife, que Celina ajustou os seus planos com o da CVC.

No congresso, ao ver Paulo Gaudenzi, grande amigo do Presidente da empresa, Celina pediu que Paulo a apadrinhasse e apresentasse ao Valter Patriani – empresário que participou da criação da CVC. De 1990 a 2000 Celina era representante da CVC no estado de Mato Grosso do Sul. A primeira loja foi inaugurada no centro de Campo Grande, e em 2002 nasceu sua primeira loja de Shopping Center, sendo esta no Shopping Campo Grande.

Atualmente a CVC possui mais de 19 lojas em funcionamento no Mato Grosso do Sul, sendo que 12 lojas se situam em Campo Grande, e as demais, nas cidades de Corumbá, Três Lagoas, Dourados, Naviraí, Sidrolândia, Nova Andradina e Ponta Porã.

“A CVC é uma empresa de gente que entende de gente. Uma das minhas realizações como empresária, foi dar franquias a alguns funcionários para poderem abrir as suas próprias lojas. Isto coroa a minha trajetória. Hoje a CVC possui mais de mil e quatrocentas lojas em todo Brasil, e se tornou a maior operadora da américa latina, por ser uma empresa humana e solidária”, aponta com gratidão, Celina Pazin.

Além de administrar muito bem todas as lojas, Celina contempla a vida ao lado dos quatro netos: Otavio Augusto, Isabella, Arthur e Beatriz.

Realizada pessoalmente e profissionalmente, Celina se orgulha de poder descortinar o mundo a seus clientes e promover as belezas de Deus.

Contato:

www.cvc.com.br/venda-assistida/lojas

Instagram: @cvc.matogrossodosul

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